Assista, rememore, volte a burilar sua sensibilidade e a cutucar sua emoção diante de "Paris, Texas", quando Wim Wenders mostrou aos americanos o que eles ainda podiam fazer com sua paisagem física e sentimental. Um western da paixão, um road movie que viaja pelas vias internas do ser humano, um vôo que se faz sem tirar o pé do chão do deserto de nossas almas. Nastassja Kinski mais Nastassja Kisnki do que jamais fora possível e Harry Dean Station como nunca o cinema o projetara e projetou: desde então, ele ficou sendo Travis. Não importa o filme em que apareça (quase sempre no papel de ninguém), a gente salta da poltrona e aponta o dedo: Olha, lá, quem está aí... Travis!". E a música de Ry Cooder é um chiclete cult que não desgruda dos tímpanos.
domingo, 7 de abril de 2013
SESSÃO BAÚ DE CINEMA
Assista, rememore, volte a burilar sua sensibilidade e a cutucar sua emoção diante de "Paris, Texas", quando Wim Wenders mostrou aos americanos o que eles ainda podiam fazer com sua paisagem física e sentimental. Um western da paixão, um road movie que viaja pelas vias internas do ser humano, um vôo que se faz sem tirar o pé do chão do deserto de nossas almas. Nastassja Kinski mais Nastassja Kisnki do que jamais fora possível e Harry Dean Station como nunca o cinema o projetara e projetou: desde então, ele ficou sendo Travis. Não importa o filme em que apareça (quase sempre no papel de ninguém), a gente salta da poltrona e aponta o dedo: Olha, lá, quem está aí... Travis!". E a música de Ry Cooder é um chiclete cult que não desgruda dos tímpanos.
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